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Diferença entre os tipos de sal


  Segundo a nossa nutricionista, especialista em cardiologia Glaube Riegel, a recomendação da Organização Mundial da Saúde, de sódio para adultos por dia é menos de 2000 mg, o que equivale a 5 gramas de sal de cozinha.
Estima-se que a população consuma em média 12 gramas! Esse consumo excessivo pode causar hipertensão! Hoje em dia encontramos no mercado vários tipos de sal, mas você sabe qual o melhor ou a diferença entre eles?
Os mais usados são:
1. Sal refinado: extremamente pobre em nutrientes e cheio de aditivos químicos pra deixar ele branquinho.
2.Sal light: salga menos, tem 50% menos sódio, mas é bem rico em potássio, que pode ser ruim pra quem tem problema renal.
3. Sal marinho: É o sal de bom custo-benefício pois possui um pouco menos de sódio que o refinado e nele estão preservados seus nutrientes como cálcio, iodo, flúor e magnésio.Tem um preço bem bom comparado aos outros.
4. Sal rosa ou do Himalaya: Super na moda, é um sal rico em minerais tais como o cálcio, magnésio, potássio, cobre, manganês, ferro entre outros e tem uma menor concentração de sódio. É livre de toxinas e poluentes.
A dica é usar pouco e quanto menos refinado, melhor!

Kefir de Leite

Lembram do antigo "iogurte dos bichinhos"?
Ele voltou com tudo!!! Isso porque os estudos científicos sobre os benefícios dos lactobacilos para o nosso corpo não param!
Quando fermentado pelo Kefir o leite se assemelha muito ao iogurte que conhecemos, no entanto é nutricionalmente mais rico, com menos lactose e repleto de probióticos.

São mais de 30  tipos diferentes de lactobacilos (bactérias boas), incluindo Lactobacillus bulgaricus, Streptococcu thermophilus, Lactobacillus acidophilus e Lactobacillus casei.
E para quem não consome leite: supresa! Tem de água também! E você, ja cultivou o seu?

Mais uma receita saudável e quentinha para o seu café da manhã!



MINGAU DE QUINUA
Ingredientes:
1 xícara (chá) de quinua em flocos
2 xícaras (chá) de bebida vegetal de coco de amêndoas ou arroz
1 colher (sopa) de açúcar demerara
1 pitada de sal
1 colher (café) de essência de baunilha
1 xícara (chá) de morangos picados (podem ser substituídos pela fruta que você desejar).
Canela em pó a gosto.

Preparo:
Em uma panela, misture a quinua em flocos com a bebida vegetal, mexendo ocasionalmente, por cerca de 10 minutos. Adicione o açúcar demerara, a pitadinha de sal, a canela e a essência de baunilha e cozinhe por mais 5 minutos. Misture os morangos, salpique canela em pó e consuma em seguida. Dê uma mexida para ver a consistência, que deve estar parecida com a de mingau de aveia.
Decore com morangos e aproveite essa delícia!!

Confira os 3 benefícios sobre o pinhão!


Posso comer pinhão?

Engorda?

Confere a dica da nossa nutricionista funcional estética Josiane Pereira sobre o pinhão!

- O pinhão é fonte de fibras, proteínas, carboidratos e minerais importantes como o potássio, o cálcio, o ferro e o zinco. As fibras ajudam no funcionamento saudável do intestino, tem ação antioxidantes, e por causa da presença do ácido linoléico, ajuda na liberação de colecistoquinina e com isso, aumenta a sensação de sociedade e diminui compulsão alimentar.

- Como todo alimento, é necessário consumir de forma equilibrada. O pinhão é uma semente bastante calórica e rica em carboidratos, a recomendação é ingerir 100 g por dia (10 unidades), o equivalente a 194 kcal.

- A semente pode ser consumida como lanche, picada ou processada e colocada em preparos, como sopas e saladas. A farinha do pinhão também pode ser uma opção para preparo de massas. A semente não possui glúten.

Desfrute do inverno e do pinhão sem culpa!




Separamos uma receitinha saudável que você vai adorar! 

Grão de bico torradinho!
Ingredientes:
grão de bico cozido
azeite de oliva
sal
pimenta
páprica

Modo de preparo:
Para fazer essa receita é necessário secar o grão de bico já cozido com um papel toalha, coloque em uma forma e tempere.
Leve ao forno mexendo as vezes para os grãos ficarem sequinhos por inteiro!
Deixe esfriar e armazene em um pote de vidro.
Essa ideia de lanche é ótima para vegetarianos e cheia de proteína!

Trocar os biscoitos cheios de farinha por castanhas, frutas e esse salgadinho pode ajudar muito em dietas de emagrecimento!

Receita testada pela Nutricionista Vegetariana da Clínica Nutrissoma, Jéssica Stein.


Benefícios do Chá Verde

O CHÁ VERDE é rico em antioxidantes naturais. Isto é, apresenta poderes antiinflamatórios e detoxificantes. Possui benefícios na prevenção contra o câncer e envelhecimento precoce da pele, ajuda a prevenir doenças neurológicas, doenças articulares e cardiovasculares, pois melhora a circulação sanguínea. 
Contribui com a liberação de líquidos retidos que podem nos gerar celulites indesejadas!!
Ajuda a manter os níveis de colesterol adequados além de aumentar a imunidade.
O chá verde é um ótimo eliminador de toxinas e também possui em sua composição efeitos termogênicos, ou seja ele aumenta a temperatura corporal, fazendo com que o organismo gaste mais energia para metaboliza-lo resultando em maior queima de gordura!!!
O ideal é que se ingira de 2 a 6 xícaras ao dia, mas atenção, por possuir cafeína em sua composição o chá deve ser evitado após as principais refeições para que não atrapalhe na absorção de ferro, fósforo e cálcio.

E ai?! Ainda resta alguma dúvida?! Agende a sua consulta com a nutricionista esportiva da Clínica Nutrissoma. Fone (51)3361.4012 ou pelo agendamento online do site www.clinicanutrissoma.com.br

Dicas de molhos saudáveis para salada

A nutricionista funcional estética da Clínica Nutrissoma, Josiani Pereira, nos contou no post anterior sobre os 10 alimentos que parecem ser saudáveis, mas são ricos em sódio. Entre eles estava o molho light para salada, usado na maioria das vezes para disfarçar o gosto de verduras. Para não precisar usar os industrializados, ricos em conservantes e sódio, a nutri ensina duas opções deliciosas. Confira:

Molho de Gengibre
Ingredientes:
- suco de uma laranja
- 1 xícara de um bom azeite de oliva extra-virgem
- 1 colher de chá de gengibre fresco ralado
- sal e pimenta do reino à gosto
- 1 xícara de folhas frescas de coentro • Modo de Preparo:
Junte todos os ingredientes no liquidificador e bata até obter uma mistura homogênea

Molho Pesto Disfarçado
Ingredientes:
- 1 colher de chá de sal
- 4 dentes de alho
- 1 xícara de chá de folhas de manjericão, fresco
- 3 colheres de chá de nozes, sem casca
- Pimenta do reino a gosto
- 1/2 xícara de chá de azeite de oliva extra-virgem Modo de preparo:
- Adicione a colher de chá de sal e misture muito bem
-Descasque os dentes de alho, passe pelo espremedor e coloque em uma tigela
- Higienize as folhas de manjericão, seque e pique em pedaços bem pequenos e coloque também na tigela
- Triture as nozes (no processador, com um pilão ou com as mãos) e junte ao alho e sal - Acrescente o azeite e misture bem até obter uma pasta homogênea
- Tempere com um pouco de pimenta do reino e conserve em um vidro esterilizado

10 dicas de alimentos que retardam o envelhecimento da pele:

A nossa nutricionista funcional estética dá 10 dicas de alimentos que retardam o envelhecimento da pele:
1 – Laranja - Rica em vitamina C, tem ação antioxidante, responsável por combater os radicais livres, além de ser um importante protetor da pele contra os efeitos dos raios solares. Tem também uma ação clareadora da pele, diminuindo as indesejáveis manchinhas.
2 – Salsa e outros vegetais verdes - São ricos em clorofila e se destacam entre as demais hortaliças por serem ricos em vitamina C. São protetores do sistema imunológico e reduzem sintomas de resfriado. A vitamina C, por prevenir os danos causados pelos radicais livres, pode estar associada à redução da gravidade de condições inflamatórias, como a asma, osteoartrite e artrite reumatoide. Também tem efeito benéfico na promoção da saúde cardiovascular.
3 –Frutas vermelhas - Ricas em antioxidantes e vitamina C, combatem os radicais livres, causadores do envelhecimento. Este nutriente estimula a produção de colágeno, e, com isso, combate a flacidez da pele.
4 – Colágeno hidrolisado -O colágeno em forma de suplementação promete repor a perda de colágeno que o corpo sofre com o passar dos anos. Sua função é estimular o metabolismo da célula da pele, e consequentemente ajudar no combate a flacidez e celulite.
5 –Carboidratos integrais - Os simples, em excesso, podem resultar em uma pele opaca e sem viço, tornando-se mais suscetível ao aparecimento de rugas. A ingestão dos integrais, evita a perda de massa magra e também a perda de colágeno corporal, evitando a flacidez.
8 –Damasco - Rico em carotenoides, poderosos antioxidantes que, além de ajudar a prevenir doenças do coração, reduzem os níveis de colesterol e protegem contra o câncer. Também contém vitamina A, que contribui para a saúde dos olhos, glândulas , gengiva, cabelo e a pele.
9 – Salmão - É rico em um pigmento chamado astaxantina, que tem propriedades anti-inflamatórias. Outro antioxidante também encontrado no salmão é o selênio, que protege as células da pele. Ele também ajuda na função da tireoide e manutenção do peso corporal.
10 – Melância - Assim como o tomate e outros alimentos vermelhos, a melancia é rica em contêm licopeno, um carotenoide que protege a pele de queimaduras e da vermelhidão.
Quer um plano alimentar personalizado pensando na nutrição da sua pele? 

Consulte com a nossa nutricionista funcional estética! Marque sua consulta: 51. 33614012
Reportagem feita para o blog barra de cereal.

Intolerância à Lactose - Tratamento Nutricional

Em terra de brigadeiro e pudim de leite, quem pode consumir lactose é rei. Isso porque um número relativamente significativo da população tem apresentado dificuldades em digerir este componente do leite. A lactose, segundo a Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG), é o principal carboidrato (açúcar) encontrado no leite e seus derivados, e para sua efetiva utilização pelo organismo, esse açúcar deve ser digerido pela enzima lactase, encontrada no intestino delgado dos humanos. A quebra da lactose pela enzima lactase libera monossacarídeos (glicose e galactose) que serão absorvidos e utilizados como fonte de energia.

Acontece que muitas pessoas apresentam queda da atividade enzimática da lactase, chamada de hipolactasia primária, passando a ter sintomas gastrointestinais associados à má digestão de lactose. De acordo com a FBG, a nossa capacidade de digestão e absorção da lactose cai com a idade e essa queda é determinada geneticamente, podendo ser observada, por exemplo, em até 90% de negros africanos e em torno de 10% entre brancos do norte da Europa. A Federação especula, ainda, que devido às questões raciais, no Brasil, até 50% da população possa vir a desenvolver a má absorção de lactose.

Confira entrevista com a Nutricionista Ana Carolina Bragança, da Clínica Nutrissoma de Porto Alegre:

Blog Vida em Equilíbrio - Os casos de intolerância alimentar relacionados ao leite de vaca têm aumentado entre a população mundial. Existe algum fator conhecido para este aumento?
Ana Carolina Bragança - Acredita-se que o aumento dos índices de intolerância alimentar pode ser consequência de alterações na microbiota intestinal dos indivíduos (por uso excessivo de antibióticos, medicamentos inibidores de ácido gástrico), exposição excessiva a alimentos industrializados e processados e baixos índices de aleitamento materno.

BVE - Que sintomas devemos ficar atentos quando se trata de intolerância à lactose?
ACB - Existem vários sintomas que podem indicar a intolerância. Sintomas como diarreia, cólicas abdominais, inchaço e flatulência são os mais comuns, que podem aparecer entre 30 minutos e 2 horas após ingerir alimentos que tenham lactose. Em casos mais graves, podem ocorrer vômitos, assadura na região anal, ataques de asma, refluxo e infecção no ouvido.

BVE - Que exames podem ser feitos para detectar o problema?
ACB - Os exames mais comuns são: Teste de intolerância à lactose: O paciente ingere uma dose de lactose em jejum e, depois de algumas horas, é feito uma coleta de amostra de sangue para medir os níveis de glicose, que permanecem inalterados nos portadores do distúrbio.
Teste de hidrogênio na respiração: considera o nível de hidrogênio eliminado na expiração depois de o paciente ter ingerido doses altas de lactose.
Teste de acidez nas fezes: é feita uma análise do nível de acidez no exame de fezes. Indivíduos com intolerância à lactose possuem fezes mais ácidas.

BVE - Existem diferentes níveis de intolerância? Algumas pessoas podem apresentar mais sensibilidade que outras?
ACB - Sim, o nível de tolerância à lactose pode variar de acordo com a capacidade de produção da enzima de cada indivíduo. Se a intolerância não for grave (maior parte dos intolerantes), o indivíduo não precisa cortar completamente qualquer alimento que contenha lactose e, com o passar do tempo, a pessoa vai aprendendo sobre quais alimentos lácteos poderá ingerir sem sentir sintomas da intolerância à lactose. Iogurtes e alguns queijos algumas vezes são bem tolerados em casos menos graves.

BVE - Qual a diferença entre intolerância à lactose e alergia à proteína do leite?
ACB - A Intolerância à lactose é uma deficiência na produção da enzima lactase (que digere o leite) podendo ser total ou parcial. Já a alergia a proteína do leite é uma reação alérgica à proteína do leite, que está diretamente relacionada ao sistema imunológico, normalmente já diagnosticada nos primeiros meses de vida. No caso da alergia não existe tolerância, pois quantidades mínimas da proteína já desencadeiam o processo alérgico.

BVE - Qualquer pessoa com intolerância à lactose pode consumir a enzima lactase? Qual a dosagem indicada?
ACB - Como a enzima lactase não é um tratamento, o uso da enzima lactase normalmente é indicado em casos em que o indivíduo come fora de casa ou quando ele quer provar algum alimento que contenha lactose. Normalmente é bem tolerada em casos menos graves de intolerância.
A dosagem a ser utilizada deve ser bem calculada para que o indivíduo não tenha novamente os sintomas e consequentemente cause um desequilíbrio da flora intestinal. Os fatores a serem considerados nesse cálculo são: a quantidade de lactase que o organismo produz, a quantidade de lactose que o indivíduo vai ingerir, a capacidade do indivíduo de digestão dos alimentos e a quantidade de enzima lactase que a capsula ou o sachê possuem.

BVE - Descoberto o problema, é preciso fazer acompanhamento médico com que frequência?
ACB - O médico é o profissional apto a fazer o diagnóstico da alergia ou da intolerância e o nutricionista é o profissional que faz o acompanhamento com a prescrição dietética. Normalmente inicia-se o tratamento com lactobacilos para equilibrar a flora intestinal e a dieta de acordo com o grau de tolerância e deficiências nutricionais. A frequência do acompanhamento vai depender de cada caso.

BVE - Além dos sintomas supracitados da intolerância, ela pode causar outros prejuízos à saúde, como danos ao intestino, dificuldades de absorção de nutrientes, aumento na produção de secreções, etc?
ACB - A intolerância a lactose não tratada pode causar um quadro de disbiose (desequilíbrio da flora intestinal) no paciente, aumentando a produção de bactérias patogênicas e diminuindo as bactérias benéficas no intestino, cometendo uma fermentação que leva à diarreia, prejudicando as funções de absorção de nutrientes e consequentemente o funcionamento do organismo.
Alterações da permeabilidade intestinal podem estar associadas a quadro de queda do sistema imunológico e aumento de inflamações e reações alergênicas: como rinite, sinusite, artrite, celulite, entre outros. Depressão, ansiedade, problemas de memórias, infecções urinárias de repetição, micoses, sintomas relacionados à falta de vitaminas e minerais, queda de cabelo, unhas fracas, osteoporose, anemia, entre muitos outros problemas podem aparecer.

Confira entrevista completa com a Nutricionista Ana Carolina Bragança, da Clínica Nutrissoma de Porto Alegre:http://www.cabergs.org.br/saude_e_bem_estar.aspx

Conheça os benefícios das folhas verdas na alimentação

Confira a participação da nutricionista Fernanda Bortolon da Clínica Nutrissoma no site do Jornal Zero Hora:  Não adianta torcer o nariz ou fazer cara feia. Consumir regularmente folhas é fundamentais para manter uma alimentação balanceada. São alimentos que oferecem inúmeros benefícios como vitaminas e minerais essenciais para a saúde e manutenção do micronutrientes. Muitas delas também contêm antioxidantes, moléculas capazes de conter os danos oxidativos provocados pelos radicais livres — prevenindo, assim, o envelhecimento das células do corpo e ainda agindo na prevenção de diversos tipos de câncer.
Outra vantagem é que esses vegetais têm muitas fibras e poucas calorias, sendo uma boa alternativa de conseguir saciedade por mais tempo. No mercado não faltam opções: alface, rúcula, couve e agrião são apenas algumas das variedades disponíveis, atendendo a diversos gostos e bolsos.
Para quem não é muito fã das porções verdes no prato, a a nutricionista e especialista em nutrição Materno-Infantil Camila Seffrin Martinevski dá algumas dicas:
— Pode-se começar inserindo as folhas em outras preparações como suflês, recheios de massas, bolos e sucos. Outra opção para ir se acostumando com a saladas é preparar uma versão mais completa, com outros ingredientes de sua preferência além dos vegetais.
A nutricionista e especialista em oncologia Fernanda Bortolon orienta que o consumo deve ser diário, e que o ideal é ingerir pelo menos duas variedades por dia.
Para incentivar quem ainda não começou e informar quem já é adepto da salada, Camila e Fernanda indicam os benefícios das folhas mais comuns. Confira.
Alface: É um dos itens mais comuns entre as saladas. Disponível nas versões lisa, crespa, mimosa e americana, é boa fonte de vitamina C, potássio e ferro. A roxa apresenta uma vantagem: tem 2,5mg a mais de ferro a cada 100 gramas que os outros tipos. A alface tem, ainda, uma substância chamada lactutina, que ajuda a acalmar e relaxar o corpo. Indica-se que se faça um chá das folhas e tome meio litro da infusão ao longo do dia.
Quantidade recomendada: 100 gramas por dia
Calorias: entre nove e 14 calorias a cada 100 gramas
Formas de preparo: apesar de muito utilizada nas saladas, a alface pode ser acrescentada em preparações quentes como suflês ou tortas.
Agrião: Pequenas, as folhinhas picantes do agrião são uma fonte importante de vitamina C: são mais de 60 mg a cada 100 gramas. Também possui ferro, cálcio, potássio e vitaminas A e B1.
Quantidade recomendada: 100 gramas por dia
Calorias: menos de 20 calorias em 100 gramas
Formas de preparo: pode ser consumido crus, refogado ou em sucos, substituindo a couve
Acelga: Também conhecida como couve chinesa, a acelga chama a atenção por suas folhas e talos tenros. Apesar de batizada como couve, este vegetal é da família da beterraba. Entre as suas propriedades, destacam-se o ácido siríngico e as fibras, que ajudam a regular os níveis de açúcar do sangue. Também possui vitaminas B6, C e K, potássio, fósforo.
Quantidade recomendada: 100 gramas por dia
Calorias: 21 calorias em 100 gramas
Formas de preparo: pode ser utilizada em saladas, refogados e também substituir algumas massas no preparo de panquecas e rolinhos recheados.
Couve: Folha que ganhou fama depois de virar febre nos sucos, a couve é uma excelente fonte de cálcio. Também tem boas quantidades de potássio, ferro e vitaminas B2, B3 e C.
Quantidade recomendada: cinco folhas por dia
Calorias: 27 calorias a cada 100 gramas
Sugestões de preparo: versátil, vai bem desde a versão refogada que acompanha a feijoada até liquidificada em sucos verdes. O aporte de fibras e de cálcio aumenta depois que ela é cozida.
Espinafre: É um alimento rico em ferro, magnésio, potássio e vitaminas A, B2 e K. Essencial para o sistema nervoso, alguns estudos sugerem que ele pode proteger contra o Alzheimer.
Quantidade recomendada: meio prato de sobremesa, três vezes por semana
Calorias: 16 calorias em 100 gramas
Sugestões de preparo: para potencializar suas propriedades, vale combinar as folhas com outro alimento rico em vitamina C, como as frutas cítricas. Pode ser consumido cru em saladas ou sanduíches, refogado, em suflês, tortas e no recheio de preparações.
Rúcula: Outra folha de sabor picante, a rúcula vai bem em saladas e sucos, e também para incrementar outros pratos como risotos e coberturas de pizzas. Tem cálcio, ferro, potássio e vitaminas A e C. Também é rica em fibras, melhorando o trânsito intestinal e prevenindo doenças como o câncer de cólon. É cheia de antioxidantes que combatem os radicais livres.
Quantidade recomendada: 100 gramas por dia
Calorias: aproximadamente 25 calorias em 100 gramas
Sugestões de preparo: apesar de ser usada em pratos quentes, mantém melhor os nutrientes quando consumida crua.
Repolho: Vitaminas A, C e K, potássio e ferro são apenas alguns dos nutrientes dessas folhas parentes da couve, do brócolis e da couve-flor. Tem propriedades cicatrizantes e auxilia na melhora do sistema imunológico. O repolho roxo tem antocianinas, substâncias com propriedades anti-inflamatórias. Se consumido regularmente, ajuda a reduzir a inflamação do organismo, colaborando para redução de problemas como artrite e doenças cardíacas.
Quantidade recomendada: 100 gramas por dia
Calorias: 17 calorias a cada 100 gramas
Sugestões de preparo: pode ser consumido cru ou cozido. No entanto, pessoas com tendência a ter gases devem dar preferência à versão cozida, pois as folhas podem aumentar a sensação de desconforto. Uma leve passagem por água fervente já é o bastante para reduzir os antinutrientes responsáveis pelos gases.
Molhos para sair da mesmice: Utilizar molhos é uma boa ideia para incrementar as folhas, mas tome cuidado com as versões industrializadas, que costumam ter muita gordura e sódio. Os caseiros são sempre a melhor opção. Conheça duas receitas.
Molho de iogurte e ervas
Ingredientes
3/4 de xícara (chá) de iogurte desnatado
2 colheres (sopa) de suco de limão
1 colher (sopa) de cebolinha verde picada
1 colher (sopa) de manjericão picado
2 colheres (chá) de mel
2 colheres (sopa) de salsinha picada
1/2 colher (sopa) de alho esmagado
Modo de preparo: misture bem todos os ingredientes e sirva.
Molho cítrico
Ingredientes
½ laranja
½ bergamota
½ limão
4 colheres (sopa) de azeite de oliva extravirgem
Sal a gosto
Modo de preparo: esprema os cítricos e tempere com sal e azeite. Sirva imediatamente para aproveitar os benefícios das frutas


Alimentos x Emoções


Banana: contra a ansiedade

Se você anda mais ansiosa que o normal, aposte na banana para elevar os níveis de serotonina. Quando os níveis desse neurotransmissor estão baixos, falha a comunicação entre as células cerebrais. Aí você fica irritada e especialmente ansiosa. A fruta combina doses importantes de triptofano e vitamina B6. Juntas, as duas substâncias se tornam poderosíssimas na produção da serotonina.
Quanto consumir: 2 unidades por dia
Mel: pura alegria

Triste sem motivo? De novo a causa pode ser a serotonina de menos. Nesse caso, o mel funciona como um calmante natural, pois aumenta a eficiência da serotonina no cérebro. Mas não é só aí que ele atua. Quando alcança o intestino, ajuda a regenerar a microflora intestinal. Resultado: o ambiente se torna mais propício para a produção de serotonina. Surpresa? Pois é, cerca de 90% do neurotransmissor do bom humor é produzido no intestino.
Quanto consumir: 1colher (sopa) / dia.
Abacate: amigo do sono
Dormir é tão importante para viver bem quanto comer direito e fazer exercícios. Tem noite que o sono não vem? Põe fé no abacate. Tudo bem, ele tem gordura, mas é boa. E oferece vitaminas que ajudam você a se entender melhor o travesseiro. A vitamina B3 equilibra os hormônios que regulam as substâncias químicas cerebrais responsáveis pelo sono. Já o ácido fólico funciona como se fosse uma enzima, alimentando os neurotransmissores que fazem você dormir bem. Quanto consumir: ½ abacate pequeno, 3x / semana.
Salmão: levanta o astral
Mau humor constante pode ser sinal de falta de ômega 3 no prato . O representante oficial dessa gordura amiga é o salmão. Mas existem outros peixes (atum, aranque e sardinha) que jogam seu astral lá para cima. O ômega 3 melhora o ânimo porque aumenta os níveis de serotonina, dopamina e noradrenalina – substâncias responsáveis pela sensação de bem-estar. Estudos também comprovam que este ácido graxo tira os radicais livres de cena e assim protege o sistema nervoso central. Quanto consumir: 1 porção, 3x / semana.
Lentilha: afasta o medo

Angústia e medo podem estar relacionados ao desequilíbrio de cálcio e magnésio. Essa dupla atua no balanceamento das sensações. Além de incluir alimentos com cálcio (queijo e iogurte) e magnésio (acelga) na dieta, consuma mais lentilha. Ela tem efeito ansiolítico, ou seja, tranqüiliza e conforta. Isso porque é precursora da gaba, neurotransmissor que também interfere nos sentimentos.
Quanto consumir: 3 conchas pequenas / semana.
Nozes: mantém você concentrada

São muitos os nutrientes das nozes. Mas é a vitamina B1 a responsável por essa fruta oleaginosa melhorar a concentração, pois a B1 imita a acetilcolina, neurotransmissor envolvido em funções cerebrais relacionadas à memória.
Quanto consumir: 2 nozes, 4x / semana.
Chá verde: espanta o estresse

Essa erva, a Camellia sinensis, tem fitoquímicos (polifenóis e catequinas) capazes de neutralizar as substâncias oxidantes presentes no organismo que, em excesso, deixam você cansada e estressada e acabam desorganizando o funcionamento do organismo. O estresse é capaz de desencadear a síndrome metabólica, culpada por doenças como a obesidade e a depressão. Beber chá verde, conforme alguns estudos, melhora a digestão e deixa a mente lenta.
Quanto consumir: 4 a 6 xícaras (chá) / dia.
Brócolis: deixa a mente esperta

É comum você demorar alguns segundos para lembrar o número do seu telefone? Este alimento é rico em ácido fólico, acelera o processamento de informação nas células do cérebro, conseqüentemente, melhorando a memória. Porções extras desta verdura vão fazer você lembrar de tudo rapidinho.
Quanto consumir: 1 pires / dia.
Clorela: controla a preocupação

Comportamento obsessivo pode ser sinal de que as células do organismo estão desvitalizadas. A alga clorela funciona como um poderosíssimo reparador celular, melhorando as funções fisiológicas e o sistema imunológico. E mais: contém vitaminas (B3, B6, B12 e E) e minerais (cálcio, magnésio e fósforo) e aminoácidos (triptofano) que ajudam a estabilizar os circuitos nervosos, acabando com a aflição e aumentando a sensação de conforto.
Quanto consumir: de 2 a 4g / dia (cápsula)
Óleo de linhaça: dribla o apetite voraz
O óleo extraído da semente de linhaça e prensado à frio é uma fonte vegetal riquíssima em gordura ômega 3, 6 e 9. Melhor: é um dos poucos alimentos com ômega numa proporção próxima do ideal, o que é imprescindível para que exerça suas funções benéficas. Uma delas é regular os hormônios que ajudam a manter o sistema nervoso saudável. Com isso, a ansiedade perde espaço e a cumpulsão a comida fica bem menor. Quanto consumir: 1colher (sobremesa) / dia, antes das refeições principais.
Gérmen de trigo: acaba com a irritação

Assim como as nozes, o gérmen de trigo tem vitamina B1 e inositol, que reforçam a concentração. Mas por ter uma boa dose de vitamina B5, o gérmen é especialmente indicado como calmante, já que melhora a qualidade de impulsos nervosos, evitando nervosismo e irritabilidade.
Quanto consumir: 2 colheres (chá) / dia.
Tofu: espanta o desânimo
O queijo de soja tem o dobro de proteínas do feijão e uma boa dose de cálcio. Também é rico em magnésio (evita o enfraquecimento das enzimas que participam de produção de energia) e ferro (combate a anemia). Quando estes minerais estão em baixa no organismo, você se sente fraca e sem ânimo. Mas é a colina, substância que protege a membrana das células cerebrais, que dá ao tofu o poder de acabar com o cansaço mental. Quanto consumir: 1 fatia média / dia.
Fonte: Dr. Luiz Carvalho – Nutrólogo e Nutricionista – Gabriela Zanatta Port – Nutricionista
Clínica Nutrissoma: Rua Marquês do Pombal, 1824 Conj. 303 – Fone (0xx5l) 3361-4012 – Porto Alegre-RS

Por dentro do pacote Teste mostra que sopas instantâneas são ricas em sódio e pouco nutritivas

Confira a matéria da Zero Hora, que teve a colaboração da Clínica Nutrissoma. Para ver a matéria original clique aqui.


Ainda que pareça uma opção prática principalmente para os dias mais frios, as sopas instantâneas fazem parte do grupo de alimentos industrializados que podem apresentar riscos à saúde. A Associação Brasileira de Defesa ao Consumidor (Proteste) listou os ingredientes de seis marcas de sopas industrializadas nacionais e constatou que, além de não nutritivas, elas são ricas em aditivos químicos — substâncias utilizadas para conservar o produto por mais tempo e melhorar aspectos de aparência, por exemplo.


O glutamato monossódico, responsável por realçar o sabor do alimento, foi um dos compostos mais encontrado na composição das sopas. Ainda que considerado perigoso por muitos pesquisadores, ainda não há estudos que possam confirmar os riscos dessa substância para a saúde. A legislação brasileira permite que empresas adicionem o aditivo aos seus produtos e não impõe limites na sua utilização.
A pesquisa avaliou sopas de frango, batata e tomate, entre outros sabores, e apontou que a lista de ingredientes que compõem cada uma delas vai muito além desses itens. Duas marcas apresentaram mais de 30 ingredientes em sua composição.

Naturais são opção mais saudável
O alto teor de sódio é outro fator preocupante encontrado nas sopas. A pesquisa da Proteste registrou produtos com até 732mg de sódio, o que representa mais de um terço da quantidade recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), de 2g por dia. De acordo com a nutricionista Cláudia Winter, pessoas hipertensas não devem consumir as sopas prontas, e quem não sofre com a pressão alta também precisa ficar atento:
— A alta ingestão de sódio pode levar ao agravamento da hipertensão arterial, retenção de líquidos, dificuldade de funcionamento de órgãos como coração e rins, fundamentais para a circulação sanguínea, e diabetes.


O baixo valor calórico das sopas instantâneas — um pacote médio pode conter de 30 a 80 calorias — atrai muitas pessoas que buscam perder peso. Segundo a nutricionista Ana Carolina Bragança, entretanto, esse tipo de alimento tem poucos nutrientes e não fornece energia suficiente para o organismo.

— As sopas industrializadas não devem ser consumidas com frequência e nunca devem substituir uma refeição. Recomendo que a pessoa prepare a sopa em casa, o que também pode ser pouco calórico. Se a questão é a praticidade, uma boa opção é fazer a sopa para congelá-la. A alimentação, quanto mais natural, melhor — esclarece.

*Zero Hora

Suco rosa antioxidante para praticantes de atividade física

Ingredientes
½ beterraba pequena crua
250 ml suco de laranja natural
4 morangos pequenos
Raspas de gengibre ou 1g de em pó (1 col cafezinho)
1 colher (sopa) de semente de chia ou linhaça
Modo de preparo
Bata os ingredientes no liquidificador e sirva!
Benefícios
Por ser rica em óxido nítrico, a beterraba aumenta o desempenho durante o treino, devido à ação do nutriente. É capaz de aumentar a oxigenação celular proporcionando que mais nutrientes cheguem até as células. A laranja e o morango são ricos em vitamina C, excelente antioxidante, que atua no combate aos radicais livres e aumenta a absorção de ferro da dieta. Já a linhaça é uma excelente fonte de omega 3, possui ação anti-inflamatória, rica em fibras e gorduras do bem!!!!
Receita elaborada pela nutricionista esportiva da Clínica Nutrissoma e publicada pelo Blog Barra de Cereal.

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Teff: conheça o poder da farinha sem glúten que faz sucesso entre chefs funcionais

Hoje, o Blog Barra de Cereal postoua matéria sobre o Teff, um grão pouco conhecido, escrita pela Jornalista Aline Mendes, com a ajuda da nossa nutricionista Ana Carolina Bragança. 

TEFF
É um grão originário da Etiópia, com variedade de cores do branco, vermelho e marrom. Possui quantidades significativas de minerais, aminoácidos essenciais e antioxidantes e também é naturalmente livre de glúten. Na Etiópia, seu consumo é através da produção de um tipo de pão, chamado Injera.

SETE BENEFÍCIOS
1 – Não possui glúten: uma ótima opção para dietas de portadores de doença celíaca
2 – Rico em cálcio: mineral essencial para formação e manutenção dos dentes e ossos
3 – Rico em fibras: auxiliam no trato intestinal e prolongam a saciedade
4 – Rico em proteínas: nutriente essencial para formação e manutenção de órgãos e tecidos
5 – Carboidratos complexos:  são carboidratos de lenta absorção, que dão energia e saciedade mais prolongadas, auxiliando em dietas para ganho de massa magra, controle de glicemia e até emagrecimento
6 – Rico em fósforo: importante na atividade metabólica celular, atua no metabolismo de glicídios e age na contração muscular, além atuar também na formação de dentes e ossos
7 – Rico em magnésio: atua na regulação do transporte de açúcar e na produção de hormônios de crescimento dos ossos.
Pode ser encontrada em lojas de produtos naturais e em algumas feiras, sendo dificilmente encontrado em mercados convencionais.
POR QUE É TÃO CARO?
Provavelmente pela sua menor produção, comparado a demais grãos produzidos em grandes escalas, como a farinha de trigo, por exemplo. Em geral, as farinhas sem glúten são mais caras também por precisarem ser processadas em instalações que sejam certificadas como livres de glúten, para que não ocorra a contaminação cruzada.
COMO INCLUIR NA ALIMENTAÇÃO
Podemos consumir em forma de grão cozido, substituindo o carboidrato da refeição, no preparo de risotos ou acrescentando na salada ou sopas. Na forma de farinha, é possível fazer fazer pães, massas, panquecas, bolos, biscoitos, adicionar em vitaminas de frutas, iogurtes ou também engrossar caldos e sopas.

COMO MELHORAR A SAÚDE INTESTINAL

Matéria escrita pela nossa nutricionista funcional Gabriela Port, publicada pelo Blog Barra de Cereal:
O intestino é o órgão responsável pela absorção de nutrientes e água, age na defesa do organismo como barreira para entrada de micro-organismos patogênicos e toxinas, produz hormônios como a serotonina e possui anticorpos.
Assim, o funcionamento perfeito do intestino é mais importante do que você imagina! Muitas pessoas consideram normais alguns sintomas como constipação, distensão abdominal e excesso de gases, porém estes são sinalizadores da disbiose intestinal.
Quando o desequilíbrio intestinal (disbiose) acontece existe um desequilíbrio entre a microbiota intestinal (bactérias benéficas = probióticos) e as bactérias nocivas, causando desde desconfortos intestinais até problemas sistêmicos que aparentemente não têm relação com o intestino como alergias, alterações de humor, infecções, aumento de peso…
A alimentação faz toda a diferença na saúde intestinal, aumentando o número de bactérias benéficas e reduzindo a presença de “invasores”.

DEVEMOS EVITAR
Alguns alimentos devem ser evitados, pois prejudicam a microbiota intestinal: açúcar refinado, gorduras, alimentos industrializados, bebidas alcoólicas, cigarro, consumo exagerado de proteína animal. Para algumas pessoas, é indicado evitar leite e derivados, glúten.
ALIMENTOS QUE MELHORAM A SAÚDE INTESTINAL
Prebióticos são fibras alimentares não digeríveis que têm como benefícios:
- Manutenção da microbiota intestinal
- Melhora do trânsito intestinal
- Consistência normal das fezes, prevenindo a diarreia e a constipação intestinal
- Seleção do crescimento e a atividade de uma ou mais espécies bacterianas no intestino
- Absorção seletiva das substâncias necessárias para o organismo, eliminando assim o excesso de glicose (açúcar) e colesterol
- Estímulo do crescimento das bifidobactérias, responsáveis por inibirem a atividade de outras bactérias que são putrefativas e intoxicantes
Fontes alimentares: farinha e a biomassa de banana verde, batata yacon, batata doce, cebola, alho, cereais integrais, maracujá, maçã, linhaça, gergelim, amêndoas, soja, feijão, aspargos, alcachofra, chicória.
Probióticos são microrganismos que, quando ingeridos em quantidade suficiente, promovem a recolonização da microbiota intestinal. Benefícios:
- Fortalecimento do sistema imunológico através de maior produção de células protetoras,
- Equilíbrio da microbiota intestinal, atuando na capacidade do organismo se desintoxicar de excessos e toxinas,
- Otimização da digestão e absorção de nutrientes.
Fontes: alimentos como o keffir, leite fermentado e suplementos em cápsula ou em pó.
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