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Diferença entre os tipos de sal


  Segundo a nossa nutricionista, especialista em cardiologia Glaube Riegel, a recomendação da Organização Mundial da Saúde, de sódio para adultos por dia é menos de 2000 mg, o que equivale a 5 gramas de sal de cozinha.
Estima-se que a população consuma em média 12 gramas! Esse consumo excessivo pode causar hipertensão! Hoje em dia encontramos no mercado vários tipos de sal, mas você sabe qual o melhor ou a diferença entre eles?
Os mais usados são:
1. Sal refinado: extremamente pobre em nutrientes e cheio de aditivos químicos pra deixar ele branquinho.
2.Sal light: salga menos, tem 50% menos sódio, mas é bem rico em potássio, que pode ser ruim pra quem tem problema renal.
3. Sal marinho: É o sal de bom custo-benefício pois possui um pouco menos de sódio que o refinado e nele estão preservados seus nutrientes como cálcio, iodo, flúor e magnésio.Tem um preço bem bom comparado aos outros.
4. Sal rosa ou do Himalaya: Super na moda, é um sal rico em minerais tais como o cálcio, magnésio, potássio, cobre, manganês, ferro entre outros e tem uma menor concentração de sódio. É livre de toxinas e poluentes.
A dica é usar pouco e quanto menos refinado, melhor!

Obesidade gera Esteatose Hepática


O acúmulo de gotículas de gordura dentro das células do fígado é a mais freqüente alteração do órgão, causando a esteatose.

A chamada “doença gordurosa do fígado”, também conhecida como esteatose ou esteato-hepatite, está presente em indivíduos obesos, com colesterol ou triglicérides elevados ou com diabetes. Por ser uma doença silenciosa, pode ser perigosa e até mesmo fatal. O acúmulo de gordura no fígado, mesmo sem ingestão alcoólica, pode causar cirrose e, em alguns casos, até mesmo câncer de fígado.

É a alteração no fígado mais freqüente em todo o mundo, ocorrendo em crianças e adultos. Nos EUA, onde a população engordou muito, é conhecida como fatty liver (fígado gorduroso), estando presente em 20% da população geral e em até 40% das pessoas a partir de 50 anos! É potencialmente reversível, se suas causas forem diagnosticadas e corrigidas. Por outro lado, se progredir e se associar a um pouco de inflamação, causa cirrose em 15 a 20% dos casos, ao longo dos anos. Causando cirrose, pode também causar câncer do fígado.

A possibilidade de esteatose torna-se ainda mais preocupante, no Brasil, pelo significativo aumento da taxa de crianças e jovens com excesso de peso nos últimos 28 anos, alcançando já 16,7% na faixa de 10 a 19 anos de idade. Isto corresponde a 5,9 milhões de jovens, segundo dados recentes do IBGE. Além disso, 43% dos brasileiros têm excesso de peso, 11% estão obesos, e quase 30% dos adultos são sedentários.

Nas pessoas com o “fígado gorduroso”, há um fenômeno chamado “resistência insulínica”, que desencadeia a infiltração de gotículas de gordura nas células do fígado e vários mecanismos imunológicos que levam à lesão das mesmas, como se elas fossem corpos estranhos ao organismo, provocando o surgimento de inflamação e cicatrizes. Daí pode advir a cirrose.

A esteatose hepática está, pois, frequentemente associada à “Síndrome metabólica”, cujos principais componentes são a obesidade central (em que a gordura se acumula predominantemente no abdome), o diabetes tipo 2, a dislipidemia (aumento do colesterol ou dos triglicérides) e a hipertensão arterial.

Os tratamentos indicados para este tipo de doença são a perda de peso a partir de uma dieta elaborada, os exercícios físicos regulares e moderados e se necessário, correção dos níveis da glicose (se há diabetes), colesterol e triglicérides com a ajuda de medicamentos. ”
Por: Marcos Vinhal Campos-Revista Vigor
Palavras: esteatose hepática, fígado gorduroso, cirrose.
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