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Biscoitinho de queijo minas!


Receitinha pros pequenos elaborada pela nossa nutri infantil Carolina Prates!!
Biscoitinho de queijo minas e chia
Ingredientes:
1 xícara de farinha de trigo
1 xícara de queijo minas ralado
3 colheres de sopa de água fria
2 e 1/2 colheres de sopa de manteiga em temperatura ambiente
1 colher de sopa de chia
1 colher de chá de sal

Preparo: Misturar a farinha e o sal. Misturar a chia, o queijo e mexer. Em seguida, acrescentar a manteiga misturando com as mãos (vai parecer uma farofinha). Adicionar a água aos poucos, até dar ponto na massa. Quando a massa descolar das mãos, será o ponto ideal. colocar em um recipiente, cobrir com plástico filme e deixar descansar na geladeira por 30 minutos. Retirar da geladeira e abrir a massa com um rolo. Utilize cortadores de biscoito em formatos diversos para a criança. Acomode os biscoitos em uma forma antiaderente e leve ao forno para assar por 15 a 20 minutos em temperatura média (180°C).
Marque a consulta do seu filho com uma Nutricionista Materno Infantil! Telefone: 3361-4012

Você Sabia?


    
     Você sabia que em média são necessárias de 8 a 10 exposições a um novo alimento para que ele seja aceito pela criança? Sim? A dica é, além de oferecer alimentos em diferentes formas de preparo, experimente oferecer também em diferentes formatos! Assim eles passam a ser mais atrativos, têm mais chances de serem aceitos pela criançada!

Gestação


        Durante toda a gestação é importante manter a alimentação variada, evitando os extremos. Não há necessidade de fazer restrições (exceto em caso de tratamento para patologias específicas), mas também não é indicado que a gestante coma em quantidades exageradas! O controle do ganho de peso faz parte de um acompanhamento e tratamento nutricional, que prevê o bem estar materno e fetal, bem como o melhor desfecho da gestação.😊

Alimentação Complementar


       A partir dos 6 meses de idade é necessário adicionar alimentos complementares ao leite materno para satisfazer todas as novas necessidades nutricionais, bem como para propiciar que o bebê entre em contato com outros sabores e texturas. Desta forma, para crianças de 6 a 12 meses, a prática recomendada é a dieta mista: manutenção do aleitamento materno e introdução de novos alimentos (sopas e frutas). Porém antecipar a introdução alimentar é em geral desnecessário, e pode deixar a criança mais vulnerável a diarreias, infecções, alergias alimentares e até mesmo desnutrição. Em compensação, a inicialização tardia da introdução de alimentos (após o sexto mês de vida) também pode trazer consequências indesejadas, tais como deficiência de crescimento. Procure uma nutricionista infantil.

CHATOS PRA COMER


      As crianças seletivas passam a excluir alguns alimentos, como, por exemplo, frutas, verduras e legumes. Elas separam alimentos novos no cantinho do prato, cospem e/ou tentam evitar refeições (mais comum após os dois anos). A prevenção para esse comportamento é ter paciência. A criança que estava acostumada com o leite materno, é normal que estranhe os primeiros alimentos oferecidos. É preciso apresentar um alimento novo de oito a dez vezes, pelo menos, e de formas diferentes e atrativas. O comportamento seletivo também pode ser decorrente da perspicácia infantil. Ao perceber que os pais valorizam muito ao que ela come (e principalmente ao que ela não come), a criança usa essa recusa como estratégia de barganha. Os pais precisam controlar a ansiedade em relação à alimentação. Converse com a nutricionista infantil para saber a melhor estratégia em cada caso.

Organização para facilitar a rotina!



    A Ana, mamãe do Pedro Arthur, já organizou a papinha da semana, para que a rotina corrida não atrapalhe a introdução da alimentação complementar dele!
   As refeições podem ser organizadas em um dia da semana e congeladas em recipientes adequados: vidro é a melhor opção, ou plásticos próprios para congelamento e aquecimento (livres de Bisfenol 4 – BPA Free).
   Ela preparou e organizou a papinha com um alimento de cada grupo: cereais e tubérculos (mandioquinha e batata doce), carnes (frango desfiado e gado moída), vegetais (beterraba, brócolis e moranga) e a leguminosa (feijão/lentilha) congelou em potinhos separados.
  Mas feijão já? Sim!!! As leguminosas devem fazer parte da refeição desde o início da alimentação complementar. O Pedro tem 6 meses e está conhecendo este mundo de sabores e texturas!
A papinha do bebê deve ter:
Cor: deve ser composta por um alimento de cada grupo, com vegetais de cores diferentes.
Textura: os alimentos devem sempre estar amassados e nunca triturados.
Sabor: cada alimento separado no pratinho, nunca todos misturados. Assim, a criança começa a conhecer o sabor de cada um deles. 

SELETIVIDADE ALIMENTAR:

Crianças seletivas passam a excluir alguns alimentos, como, por exemplo, frutas, verduras e legumes; separam alimentos novos no cantinho do prato, cospem e ou tentam evitar refeições. (mais comum após os dois anos). A prevenção para esse comportamento é ter e paciência. A criança que estava acostumada com o leite materno, é normal que estranhe os primeiros alimentos oferecidos. É preciso apresentar um alimento novo de oito a dez vezes, pelo menos, e de formas diferentes e atrativas. O comportamento seletivo também pode ser decorrente da perspicácia infantil. Ao perceber que os pais valorizam muito ao que ela come (e principalmente ao que ela não come), a criança usa essa recusa como estratégia de barganha. Os pais precisam controlar a ansiedade em relação à alimentação. Converse com a nutricionista infantil para saber a melhor estratégia em cada caso.

Na Clínica Nutrissoma você encontra uma nutricionista para cada especialidade. Agende a consulta do seu filho com a nossa especialista em alimentação infantil: (51) 3361.4012

Os 10 primeiros alimentos para as crianças

MATÉRIA ESCRITA PELA NOSSA NUTRICIONISTA MATERNO INFANTIL  ANA CAROLINA TERRAZZAN PARA O SITE DO  Ig São Paulo:

Assim que a criança entra na fase de alimentação sólida, a atenção dos pais deve se voltar à qualidade da comida que ela irá ingerir. Refeições nutritivas e saborosas são prioridade no prato dos filhos, e o que não trouxer benefícios à saúde deverá ser descartado da dieta diária. “Em alimentação e nutrição deve-se pensar em saúde e bem-estar e sempre agir de maneira preventiva. A preocupação não deve surgir apenas depois de problemas instalados”, afirma Ana Carolina Terrazzan, nutricionista materno-infantil da Nutrissoma Clínica de Nutrição.
Mas, com a correria do dia a dia, alimentos considerados ruins aparecem no cardápio caseiro quando a pressa fala mais alto do que a qualidade de vida. A nutricionista Karoline Basquerote, especializada em educação alimentar para crianças, explica que “a facilidade do acesso a alimentos prontos para o consumo acaba levando a refeições mais gordurosas e açucaradas e ao consumo de refrigerantes e guloseimas, o que contribui para problemas relacionados à obesidade infantil, por exemplo”.
Confira, na galeria abaixo, os dez piores alimentos para as crianças: 
Sucesso entre a criançada, a dupla refrigerante e salgadinho (de saquinho) é a maior vilã da alimentação infantil. Juntos ou isoladamente, a bebida e o petisco têm valor nutricional praticamente nulo e trazem muitos males, entre eles o risco de doenças e de enfraquecimento dos ossos, por causa da alta concentração de elementos como o sódio e da presença de ácidos nas fórmulas.
Sucos industrializados (em pó ou líquidos) e bolachas recheadas, também muito queridos pelos pequenos, são igualmente ruins para a dieta infantil. O motivo: altíssima concentração de açúcar em cada porção dos alimentos. 
Algumas “soluções rápidas” para almoço ou jantar figuram entre os piores alimentos para as crianças. São os nuggets, os hambúrgueres e as salsichas, que muitas vezes entram como substitutos de um bife ou filé. Quase sempre feitos com carne processada, eles não têm as proteínas que muitos pais creem fornecer aos filhos quando os colocam no prato. Para piorar, a maioria dos hambúrgueres é rica em gordura trans. O melhor é se manter fiel à carne tradicional.
Sempre pense em alternativas
Para manter a saúde e o ritmo das atividades cotidianas, é preciso saber que alimentos priorizar. O caso do macarrão instantâneo é um dos mais fáceis. Considerado maléfico por ter muito sódio, muitos conservantes e poucas vitaminas, ele pode dar lugar ao macarrão regular. “O tempo médio de preparo de um macarrão instantâneo é de três minutos, o de um não instantâneo é de oito minutos. São cinco minutos a mais para oferecer um prato saudável ao filho. Vale a pena! E no tempo de cozimento da massa é possível fazer um molho bem gostoso”, sugere Ana Carolina Terrazzan.
O suco em pó ou de caixinha deve ser substituído pelo suco natural da fruta. E se a criança apenas estiver com sede ao longo do dia, precisa beber água. Refrigerantes podem ficar reservados a apenas um dia do fim de semana; se der para evitá-los até neste dia, melhor.
O resultado desse esforço poderá ser visto em todos os aspectos da vida dos filhos. “Mantendo uma boa rotina alimentar, rica em nutrientes, a criança terá mais facilidade no aprendizado, um melhor desenvolvimento do corpo e do sistema imunológico. Os bons hábitos evitam problemas graves de saúde no presente e no futuro”, diz a nutricionista Mariana Fróes. 


A nutricionista Ana Carolina Terrazzan atende em Porto Alegre na Clínica Nutrissoma. Se você deseja melhorar a alimentação do seu filho, marque uma consulta com a nutricionista através do telefone 51-3361.4012

Fonte: Ana Carolina Terrazzan (nutricionista materno-infantil, mestre em saúde da criança e do adolescente pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS).

Confiram a matéria original no site do Ig

Saiba como evitar o excesso de peso durante a gestação

CONFIRA A MATÉRIA PUBLICADA DIA 23 DE AGOSTO PELA JORNALISTA ALINE MENTES DO BLOG BARRA DE CEREAL DO CLIC RBS DO SITE DA ZERO HORA:

Uma das preocupações das futuras mamães é o excesso de peso e a volta à forma física. A nutricionista materno-infantil Ana Carolina Terrazzan, da Clínica Nutrissoma, explica como um planejamento pode ajudar as gestantes (e as futuras) a se livrarem dos quilinhos extras.
Antes de a mulher engravidar, que recomendações ela deve seguir para evitar o excesso de peso durante a gestação?
Para aquelas mulheres que já estão pensando em engravidar e estão preocupadas em manter a boa forma, é sempre válido iniciar o acompanhamento com uma nutricionista materno-infantil, independentemente do estado nutricional. Assim, é possível verificar se a alimentação está adequada e se a mulher está bem nutrida.
Para aquelas que estão um pouquinho acima do peso, o acompanhamento é fundamental, pois permite a programação da perda de peso antes da gestação.

É possível evitar o ganho de peso durante a gestação?
Neste período não é indicado “não ganhar peso”. O ganho de peso na gestação não significa simplesmente aumento de gordura corporal. Durante a gestação, ocorre aumento de diversos “compartimentos corpóreos”: os seios aumentam de tamanho, o fluxo sanguíneo a e quantidade de líquidos aumentam, há também o peso da placenta e o líquido amniótico. Portanto, o aumento de peso deve ocorrer. Mas deve ser controlado. A determinação varia conforme o estado nutricional da mulher antes de engravidar, e varia de cinco a nove quilos para mulheres com obesidade pré-gestacional até 12,5 a 18 quilos para para mulheres com baixo peso pré-gestacional (conforme Institute of Medicine, 2009).

Gestante precisa comer por dois?
Não. Embora ela esteja gerando uma criança, que precisa receber alimento e nutrientes, não há necessidade de consumo muito elevado de alimentos na gestação. O que a mulher deve, sim, fazer é manter a alimentação variada, equilibrada, para que consuma todos os macro e micronutrientes necessários para seu bem estar, e para manutenção do estado nutricional adequado.

É verdade que gestante não pode usar adoçante e leite desnatado? Como suspender o uso sem engordar?

Conforme a American Diabetes Association (ADA), os adoçantes aprovados para uso pela população, incluindo  gestantes são: aspartame, acesulfame-K, sacarina, sucralose e neotame. No entanto, o uso deve ser orientado para as gestantes que realmente necessitam evitar consumo de sacarose. Para as mulheres que utilizam adoçantes antes da gestação, o importante é avaliar a quantidade e o tipo que está sendo utilizado, para então definir as orientações.O leite desnatado pode ser utilizado pela mulher durante a gestação.

É possível continuar fazendo exercícios físicos durante a gestação?
Desde que haja liberação médica. A prática de exercício físico é grande aliada para o controle do ganho de peso, além de ser essencial para a saúde da mulher, inclusive durante gestação. A dica é procurar profissionais que tenham habilidade e formação para trabalhar e orientar gestantes, para garantir que o exercício seja de fato um aliado, e traga benefícios também durante este período.
Amamentar emagrece? Qual o segredo das mamães que voltam a sua boa forma após a gestação?
O organismo da mulher tem gasto energético aumentado na fase de amamentação, exatamente para a produção do leite materno, podendo a amamentação ser um fator auxiliar na perda de peso pós parto. Mas é necessário ter atenção à alimentação, que deve ser equilibrada e deve suprir as necessidades nutricionais desta fase. Muitas mulheres, no período de amamentação, dizem sentir a mesma fome que sentiam na gestação, ou ainda mais fome. Nestes casos, é preciso ter cuidado, pois o consumo excessivo de alimentos, pode levar à retenção do peso ou ainda ao aumento de peso pós-parto. Assim, para que a amamentação seja coadjuvante na perda de peso pós parto, é necessário manter a alimentação variada, adequada e equilibrada, e não se deve fazer dietas restritivas durante a amamentação (exceto em casos específicos de alergias ou outras patologias). E para que o equilíbrio seja alcançado, é essencial unir a alimentação adequada ao retorno à pratica de atividade física.
A idade em que a mulher engravida pode influenciar na volta à boa forma após a gestação?
Para voltar à boa forma pós parto é importante unir alimentação adequada e prática de atividade física, e amamentar também pode ser um fator auxiliar. E isto independe da idade da mulher. É claro que, conforme o avançar da idade, a mulher pode ter uma dificuldade um pouco maior para perda de peso, tendo em vista que o metabolismo muda ao longo dos anos, mas, com a prática de atividade e alimentação controlada e adequada sempre é possível ter um bom resultado. 
Confira a matéria original em Blog Barra de Cereal-Zero Hora
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