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Diferença entre os tipos de sal


  Segundo a nossa nutricionista, especialista em cardiologia Glaube Riegel, a recomendação da Organização Mundial da Saúde, de sódio para adultos por dia é menos de 2000 mg, o que equivale a 5 gramas de sal de cozinha.
Estima-se que a população consuma em média 12 gramas! Esse consumo excessivo pode causar hipertensão! Hoje em dia encontramos no mercado vários tipos de sal, mas você sabe qual o melhor ou a diferença entre eles?
Os mais usados são:
1. Sal refinado: extremamente pobre em nutrientes e cheio de aditivos químicos pra deixar ele branquinho.
2.Sal light: salga menos, tem 50% menos sódio, mas é bem rico em potássio, que pode ser ruim pra quem tem problema renal.
3. Sal marinho: É o sal de bom custo-benefício pois possui um pouco menos de sódio que o refinado e nele estão preservados seus nutrientes como cálcio, iodo, flúor e magnésio.Tem um preço bem bom comparado aos outros.
4. Sal rosa ou do Himalaya: Super na moda, é um sal rico em minerais tais como o cálcio, magnésio, potássio, cobre, manganês, ferro entre outros e tem uma menor concentração de sódio. É livre de toxinas e poluentes.
A dica é usar pouco e quanto menos refinado, melhor!

Obesidade já mata mais do que desnutrição

Pesquisa realizada pela Global Health Burden, instituição ligada à Organização Mundial da Saúde, relata que problemas físicos gerados pela obesidade mórbida foram responsáveis por três milhões de mortes em 2010, número três vezes maior do que os óbitos relacionados à desnutrição. De acordo com os dados apresentados, a fome era a principal causa de doenças há 20 anos.
O resultado do levantamento surpreendeu os pesquisadores, entre eles, o professor Alan Lopez, da Universidade de Queensland, na Austrália.
 
- Foi surpreendente para nós a disseminação da obesidade em países em desenvolvimento. Não é como nos países ricos, mas (o fenômeno) está crescendo - declarou Lopez, acrescentando que, apesar de ser mais presente em países desenvolvidos, o sobrepeso tornou-se um problema também entre as nações em desenvolvimento.
 
De acordo com a OMS, a obesidade, junto com a pressão alta e a diabetes, responde por dois terços das mortes causadas por doenças não contagiosas no mundo. Nos Estados Unidos, o excesso de peso é considerado uma epidemia que atinge mais de um terço dos adultos e 17% de suas crianças, segundo o Instituto Nacional de Saúde do país.
 
Atualmente, mais de 500 milhões de adultos e 43 milhões de crianças abaixo de cinco anos são obesos, e as doenças relacionadas a esse problema estão no topo da lista de causas evitáveis de morte. Indivíduos com sobrepeso têm maiores chances de desenvolver hipertensão, diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares.
Fonte: globoesporte.com

Manteiga ou Margarina?


No café da manhã ou lanche da tarde um pãozinho cai bem. A dúvida é sempre a mesma: manteiga ou margarina?
Para quem não tem problema de colesterol a primeira opção é ideal. No entanto, com moderação: uma ponta de faca por dia.
A margarina é de origem vegetal, derivada de óleos líquidos que são hidrogenizados para se solidificar. Isso gera perda das propriedades boas dos óleos. Além disso, a margarina tem gordura trans, responsável pela estabilidade e durabilidade do produto.
É duvidoso existir margarina livre de gorduras trans. " Isso é válido para todas as margarinas, independente da composição anunciada" .

Perigo
A gordura trans se transforma diretamente em colesterol ruim, o famoso LDL. " Um estudo da Universidade de Harvard indicou que a margarina contribuiu para um aumento em 53% na incidência de doenças cardíacas em mulheres".
Por outro lado, a manteiga é de origem animal e deriva do leite. Apesar de possuir gordura saturada e ser calórica, no organismo humano ela serve como fonte de energia e produção de hormônios, entre outros benefícios. Ela cita, ainda, que alguns estudos mostram que a manteiga possibilita a absorção de vários nutrientes da dieta humana.
Apesar de a manteiga ser a opção ideal, as pessoas com problemas de colesterol não devem consumir o produto. "É mais saudável fazer a substituição pelo requeijão light ou pelo queijo branco" .

Postado por: Nutricionista Ana Carolina Bragança





Ácidos Graxos Ômega

A disponibilidade dos ácidos graxos do tipo ômega (ω) depende do fornecimento alimentar. Portanto, torna-se necessário conhecer, dentro os alimentos que compões a dieta habitual, aqueles alimentos que fornecem esses ácidos graxos.
O uso de peixes marinhos, ricos em ácidos graxos ômega-3, tem sido preconizado como agente farmaconutricional com propriedades antiinflamatória e imunoativas. A família ômega-3 compreende os ácidos alfa-linolênico, eicosapentaenóico e docosahexaenóico. São encontrados em concentrações mais expressivas em lipídios de peixes e animais marinhos, especialmente aqueles procedentes de regiões frias.
Os ácidos graxos ω-3 destacam-se, desde que em proporções adequadas, como controle de fatores de risco das doenças cardíacas e vasculares. Estudos epidemiológicos correlacionam a baixa incidência de doenças cardiovasculares nos esquimós e japoneses, devido ao consumo deste tipo de ácido graxo.

São precursores dos eicosanóides, substâncias com atividades fisiológicas e farmacológicas – tromboxanas, prostaglandinas, prostaciclinas e leucotrienos. Há evidências de que os ácidos graxos ω-3 e ω-6 sejam protetores contra o envelhecimento, pois são essenciais às membranas, ao bom funcionamento das vistas, ao desenvolvimento do cérebro e do sistema nervoso, etc.
O termo eicosanóides refere-se a um grupo de ácidos graxos oxigenados compostos por 20 carbonos, sendo o maior precursor o ácido araquidônico. São formados por vias compostas pelas enzimas ciclooxigenase, lipoxigenase e epoxigenase. Os eicosanóides formados pelas duas primeiras enzimas originam metabólitos relacionados às reações inflamatórias.
Estudos epidemiológicos sugerem que os ácidos graxos ω-3 possuem efeito na prevenção de câncer, enquanto que os ω-6 exercem efeitos como mediadores da inflamação, agindo sobre o sistema imune.
Devido aos estudos com os eicosanóides tem se conhecido as suas ações vasculares e hemostáticas, entre outros efeitos benéficos relacionados com dietas suplementares de peixes ou óleos de peixes e derivados de ômega-3.
Tenho certeza de que os apreciadores de comida japonesa que gostam de comer salmão e atum na sua forma natural (cru) irão apreciar – e muito – esta postagem...

Autora: Márcia Keller Alves




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