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Diferença entre os tipos de sal


  Segundo a nossa nutricionista, especialista em cardiologia Glaube Riegel, a recomendação da Organização Mundial da Saúde, de sódio para adultos por dia é menos de 2000 mg, o que equivale a 5 gramas de sal de cozinha.
Estima-se que a população consuma em média 12 gramas! Esse consumo excessivo pode causar hipertensão! Hoje em dia encontramos no mercado vários tipos de sal, mas você sabe qual o melhor ou a diferença entre eles?
Os mais usados são:
1. Sal refinado: extremamente pobre em nutrientes e cheio de aditivos químicos pra deixar ele branquinho.
2.Sal light: salga menos, tem 50% menos sódio, mas é bem rico em potássio, que pode ser ruim pra quem tem problema renal.
3. Sal marinho: É o sal de bom custo-benefício pois possui um pouco menos de sódio que o refinado e nele estão preservados seus nutrientes como cálcio, iodo, flúor e magnésio.Tem um preço bem bom comparado aos outros.
4. Sal rosa ou do Himalaya: Super na moda, é um sal rico em minerais tais como o cálcio, magnésio, potássio, cobre, manganês, ferro entre outros e tem uma menor concentração de sódio. É livre de toxinas e poluentes.
A dica é usar pouco e quanto menos refinado, melhor!

Hipertensão pode não dar sintomas e aumenta risco de infarto e derrame

A hipertensão é um dos principais problemas de saúde pública no Brasil – a doença atinge um a cada três adultos e, em média, três a cada quatro brasileiros com mais de 70 anos. No mundo, 7 milhões morrem por ano pelo problema, o que significa que a cada 5 segundos, uma pessoa morre vítima da doença.
O perigo é que, na maioria das vezes, ela não dá sintomas e aumenta o risco de infarto e derrame cerebral, como explicou o cardiologista Roberto Kalil no Bem Estar desta terça-feira (10).
Para prevenir, a principal forma é reduzir a quantidade de sódio da alimentação, substância que aumenta e mantém a pressão em níveis mais altos. No entanto, os brasileiros consomem muito mais sódio do que o recomendado – a ingestão no país é de 4 a 5 gramas por dia, sendo que o ideal é 2 gramas.
Segundo o cardiologista Celso Amodeo, o sódio estimula quimicamente o sistema nervoso simpático, causando uma vasoconstrição; além disso, causa um processo de osmose já que o sódio do sangue rouba a água das células que estão ao redor, aumentando o volume sanguíneo e forçando a parede das artérias, o que eleva a pressão.
Justamente porque o sódio gosta de água, quem tem pressão alta geralmente urina menos, como alertou o nefrologista Décio Mion. Nessa situação, a urina fica mais concentrada, e às vezes, mais amarela.
 
Em relação ao sal, porém, existem dois tipos de problemas: as pessoas que são sensíveis ou resistentes. No caso dos resistentes, o rim tem uma capacidade maior de eliminar o sal junto com a urina, ou seja, o sal passa pelo rim e a “peneira” tem os espaços mais abertos. Já os sensíveis têm espaços mais fechados, que retém maior quantidade de sal e líquido, elevando o risco de inchaço e pressão alta.
No entanto, reduzir o sódio é apenas uma das medidas de controle da pressão – ingerir mais potássio, perder peso e fazer atividade física também são recomendações importantes.
 
No caso da dieta, é importante tomar alguns cuidados com o sódio escondido nos alimentos. Os alimentos industrializados são uns dos que mais têm sódio e, por isso, populações urbanas costumam ter mais pressão alta. Um estudo organizado pela Sociedade e Federação Internacional de Cardiologia, que envolveu mais de 10 mil adultos em 31 países do mundo todo, mostrou que os 254 índios yanomami avaliados em Roraima não apresentaram nenhum caso de hipertensão, por causa da alimentação saudável.
Fora evitar os industrializados, é preciso ainda tomar cuidado com o sal de adição – a dica é substituir por ervas, sal light ou até mesmo o gersal. No caso dos alimentos que vêm dentro de latas, a nutricionista aconselha lavar as conservas e deixar os alimentos de molho por alguns minutos, o que pode ajudar a diminuir o sódio. Fonte: site G1.
 
Marque a sua consulta com a nossa nutricionista especialista em hipertensão, Glaube Riegel.
Fone: 3361.4012

Quem tem pressão alta?

Hipertensão, usualmente chamada de pressão alta, é ter a pressão arterial, sistematicamente, igual ou maior que 14 por 9. A pressão se eleva por vários motivos, mas principalmente porque os vasos nos quais o sangue circula se contraem. O coração e os vasos podem ser comparados a uma torneira aberta ligada a vários esguichos. Se fecharmos a ponta dos esguichos a pressão lá dentro aumenta. O mesmo ocorre quando o coração bombeia o sangue. Se os vasos são estreitados a pressão sobe.


Quais são as consequências da pressão alta?


A pressão alta ataca os vasos, coração, rins e cérebro. Os vasos são recobertos internamente por uma camada muito fina e delicada, que é machucada quando o sangue está circulando com pressão elevada. Com isso, os vasos se tornam endurecidos e estreitados podendo, com o passar dos anos, entupir ou romper. Quando o entupimento de um vaso acontece no coração, causa a angina que pode ocasionar um infarto. No cérebro, o entupimento ou rompimento de um vaso, leva ao "derrame cerebral" ou AVC. Nos rins podem ocorrer alterações na filtração até a paralisação dos órgãos. Todas essas situações são muito graves e podem ser evitadas com o tratamento adequado, bem conduzido por médicos.


Quem tem pressão alta?

Pressão alta é uma doença "democrática". Ataca homens e mulheres, brancos e negros, ricos e pobres, idosos e crianças, gordos e magros, pessoas calmas e nervosas.
A Hipertensão é muito comum, acomete uma em cada quatro pessoas adultas. Assim, estima-se que atinja em torno de, no mínimo, 25 % da população brasileira adulta, chegando a mais de 50% após os 60 anos e está presente em 5% das crianças e adolescentes no Brasil. É responsável por 40% dos infartos, 80% dos derrames e 25% dos casos de insuficiência renal terminal. As graves consequências da pressão alta podem ser evitadas, desde que os hipertensos conheçam sua condição e mantenham-se em tratamento com adequado controle da pressão.

10 Mandamentos contra a pressão alta

  • Meça a pressão pelo menos uma vez por ano.
  • Pratique atividades físicas todos os dias.
  • Mantenha o peso ideal, evite a obesidade.
  • Adote alimentação saudável: pouco sal, sem frituras e mais frutas, verduras e legumes.
  • Reduza o consumo de álcool. Se possível, não beba.
  • Abandone o cigarro.
  • Nunca pare o tratamento, é para a vida toda.
  • Siga as orientações do seu médico e da sua nutricionista.
  • Evite o estresse. Tenha tempo para a família, os amigos e o lazer.
  • Ame e seja amado
Fonte: Sociedade Brasileira de Hipertensão.
 
Se você ainda não tem uma nutricionista, marque sua consulta com a nossa nutricionista especialista em hipertensão, Glaube Riegel.
Fone: (51) 3361.4012

Anvisa estabelece redução de sódio em alguns alimentos

O Ministério da Saúde estabeleceu um acordo com a indústria alimentícia, em 13 de dezembro de 2011, que preconiza a redução de sódio em alguns alimentos. Foram selecionados os mais consumidos pelo público infanto-juvenil, que incluem: batatas fritas e batata palha, pão francês, bolos prontos, misturas para bolos, salgadinhos de milho, maionese e biscoitos (doces ou salgados).
Ficou estabelecido para cada um desses alimentos o teor máximo de sódio a cada 100 gramas do alimento, conforme descrito na tabela abaixo:



Essa estratégia faz parte da campanha de redução do consumo de sal lançado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Ministério da Saúde. O objetivo é conscientizar os consumidores em reduzir o uso de sal e fazer escolhas mais saudáveis ao adquirir alimentos.

A campanha surgiu a partir de dados que constataram que a população brasileira consome, em média, 12 g/dia de sal. Este é um consumo elevado comparado com o consumo recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que é de até 5g/dia.

Segundo o Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a meta é que haja redução de 1.634 toneladas de sódio até 2014. "A população terá alimentos mais saudáveis, o que contribuirá para que cuidem ainda mais da saúde e possam reduzir o número de tratamentos e até de intervenções cirúrgicas", ressalta o ministro.

Estarão disponíveis em supermercados folders, banners e cartazes para alertar sobre os perigos da alta ingestão de sal e de alimentos ricos em sódio. Segundo Maria Cecília Brito, diretora da Anvisa, a campanha incentiva o consumo de alimentos naturais e pretende estimular o hábito de leitura dos rótulos nutricionais dos alimentos industrializados, a fim de escolher os alimentos com menor teor de sódio.



Referência(s)

Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Mais sete grupos de alimentos terão redução de sódio. Disponível em: http://portal.anvisa.gov.br Acessado em: 19/12/2011


Macedo L. Acordo que prevê redução de sódio em alimentos é ampliado. Disponível em: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2011/12/acordo-que-preve-reducao-de-sodio-em-alimentos-e-ampliado.html Acessado em: 19/12/2011
Essa preocupação se iniciou com a pesquisa realizada pela Anvisa, em 2010, que avaliou o perfil nutricional de alimentos processados. O estudo revelou, por exemplo, que o consumo de um pacote de salgadinho de milho ultrapassa a quantidade máxima de sódio recomendada por dia, além de apresentarem alta densidade energética e baixo conteúdo de fibras.
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